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	<description>Contabilidade</description>
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		<title>PMI Industrial em queda pelo 3º mês seguido: como sua empresa pode se preparar diante da retração</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Adccont Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Oct 2025 23:33:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O setor industrial brasileiro voltou a registrar retração em julho. O Índice de Gerentes de Compras (PMI), calculado pela S&#38;P Global, caiu de 48,3 pontos em junho para 48,2 pontos em julho, permanecendo abaixo do nível de 50 pontos que separa expansão de contração. Essa é a terceira queda consecutiva do indicador, reforçando sinais de [&#8230;]</p>
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<p>O setor industrial brasileiro voltou a registrar retração em julho. O <strong>Índice de Gerentes de Compras (PMI)</strong>, calculado pela <strong>S&amp;P Global</strong>, caiu de <strong>48,3 pontos em junho para 48,2 pontos em julho</strong>, permanecendo abaixo do nível de 50 pontos que separa expansão de contração. Essa é a <strong>terceira queda consecutiva</strong> do indicador, reforçando sinais de desaquecimento da atividade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que os dados revelam?</h2>



<p>Segundo a pesquisa, a retração da demanda gerou um <strong>efeito dominó</strong> em toda a cadeia industrial, impactando diretamente:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Vendas, que seguem em ritmo de queda.</li>



<li>Produção, com retração já perceptível.</li>



<li>Compras e estoques, ajustados para acompanhar a redução de pedidos.</li>
</ul>



<p>Ainda que a liberação de pedidos em atraso tenha suavizado momentaneamente a queda na produção, especialistas alertam que o cenário pode se agravar caso não haja recuperação no volume de novos pedidos nos próximos meses.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Ponto positivo: geração de empregos</h2>



<p>Apesar do quadro adverso, os participantes da pesquisa relataram <strong>pequeno aumento na contratação de mão de obra</strong>, especialmente para vagas temporárias. Além disso, o setor mantém um certo grau de <strong>otimismo em relação ao próximo ano</strong>, ainda que acompanhado de preocupações com o cenário econômico interno e global.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O impacto para empresas industriais</h2>



<p>Para gestores e executivos do setor, os sinais de retração levantam pontos de atenção imediatos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Fluxo de caixa pressionado pela queda nas vendas e produção.</li>



<li>Risco de desequilíbrio no planejamento financeiro, caso a demanda continue enfraquecida.</li>



<li>Gestão de estoques mais delicada, exigindo monitoramento preciso para evitar perdas.</li>



<li>Necessidade de eficiência operacional para manter competitividade em um ambiente de retração.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Como a Adccont pode ajudar sua indústria neste cenário</h2>



<p>Em momentos de retração econômica, contar com uma gestão contábil e financeira eficiente é um diferencial competitivo. Na Adccont, apoiamos empresas industriais a atravessar períodos de instabilidade com segurança e estratégia, por meio de:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Gestão financeira e BPO: controle rigoroso do fluxo de caixa, projeções de cenários e suporte estratégico para tomadas de decisão.</li>



<li>Planejamento tributário: identificação de oportunidades de economia fiscal, mitigando riscos e otimizando custos.</li>



<li>Revisão contábil: relatórios precisos para dar transparência e segurança em decisões operacionais.</li>



<li>Apoio estratégico em reorganizações: suporte para reestruturação de processos que elevem eficiência mesmo em tempos de retração.</li>
</ul>



<p><strong>A queda do PMI pelo terceiro mês seguido</strong> é um alerta claro de que o setor industrial vive um momento desafiador, marcado por redução na demanda e incertezas no curto prazo. Mas, para empresas que se preparam, crises podem se tornar oportunidades de reorganizar, ganhar eficiência e estar mais fortes quando a recuperação vier.</p>



<p>Na Adccont, somos especialistas em apoiar indústrias na construção de estratégias financeiras e contábeis sólidas, garantindo conformidade, eficiência e visão de longo prazo.</p>



<p><a href="https://wa.me/5511991031939">Entre </a><a href="https://wa.me/5511991031939" target="_blank" rel="noreferrer noopener">em contato com nossos especialistas</a> e descubra como proteger e fortalecer sua operação diante do atual cenário industrial.</p>
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		<title>M&#038;A e Sucessão Empresarial: estratégias para perpetuar valor e garantir o futuro da sua empresa</title>
		<link>https://adccont.com.br/ma-e-sucessao-empresarial-estrategias-para-perpetuar-valor-e-garantir-o-futuro-da-sua-empresa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Adccont Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Oct 2025 23:23:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cada ano, centenas de empresas brasileiras enfrentam um ponto decisivo: vender, fundir, adquirir ou preparar a sucessão da liderança. O desafio é que poucas estão devidamente organizadas para enfrentar esse momento — e, sem planejamento, oportunidades de crescimento se perdem ou são comprometidas por riscos fiscais, societários e jurídicos. Um cenário em transformação Segundo [&#8230;]</p>
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<p>A cada ano, centenas de empresas brasileiras enfrentam um ponto decisivo: vender, fundir, adquirir ou preparar a sucessão da liderança. O desafio é que poucas estão devidamente organizadas para enfrentar esse momento — e, sem planejamento, oportunidades de crescimento se perdem ou são comprometidas por riscos fiscais, societários e jurídicos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Um cenário em transformação</h2>



<p>Segundo a TTR Data, o Brasil registrou mais de <strong>700 operações de M&amp;A apenas no primeiro semestre de 2025</strong>, consolidando-se como o mercado mais ativo da América Latina. Grande parte desses movimentos envolveu <strong>empresas de tecnologia, serviços industriais e agronegócio</strong>, setores onde a busca por escala e capital se tornou urgente.</p>



<p>Ao mesmo tempo, <strong>o IBGE estima que apenas 30% das empresas familiares sobrevivem à segunda geração.</strong> Não por falta de competência dos herdeiros, mas pela <strong>ausência de estrutura contábil, fiscal e societária que sustente o processo sucessório.</strong> Isso coloca em evidência a importância de unir <strong>M&amp;A e sucessão empresarial</strong> como estratégias complementares para preservar e multiplicar valor.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O risco da falta de preparação</h2>



<p>Vender ou transmitir uma empresa não é como vender um imóvel: <strong>não se coloca uma placa de “à venda” na porta da fábrica.</strong> O processo exige sigilo, credibilidade e robustez financeira. Quando a companhia não está organizada — seja no balanço, na estrutura de governança ou nos contratos — o valor de mercado pode cair drasticamente.</p>



<p>No caso da sucessão, o risco é ainda maior: conflitos familiares, ausência de acordos societários e desorganização fiscal podem levar a disputas que destroem não só o patrimônio, mas também o legado construído ao longo de décadas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Por que antecipar a sucessão e o M&amp;A?</h2>



<p>Ao contrário do que muitos empresários acreditam, o momento ideal para planejar uma sucessão ou preparar a empresa para um processo de fusão ou aquisição é <strong>quando o negócio está saudável</strong>. Nesse cenário, a negociação ocorre a partir de uma posição de força, e não de urgência.</p>



<p>Além disso, <strong>a tributação é um fator decisivo</strong>. Um processo mal estruturado pode gerar perdas significativas em impostos sobre ganho de capital, distribuição de dividendos e reorganização societária. Em contrapartida, um planejamento tributário antecipado permite que a operação seja muito mais eficiente, com economia que pode chegar a milhões em grandes transações.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O papel da Adccont</h2>



<p>Na Adccont, entendemos que <strong>sucessão e M&amp;A são mais que eventos pontuais:</strong> são marcos estratégicos que precisam de preparação contínua. Por isso, apoiamos empresas — especialmente indústrias, holdings familiares e grupos de médio e grande porte — em quatro frentes principais:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Preparação societária e fiscal para sucessão: estruturação de acordos, governança e reorganização patrimonial.</li>



<li>Planejamento tributário em operações de M&amp;A: avaliação de impactos fiscais, simulações e blindagem contra passivos.</li>



<li>Valuation e diagnósticos financeiros: para apoiar negociações com investidores ou herdeiros.</li>



<li>Apoio em due diligence: revisão detalhada da contabilidade e compliance, antecipando riscos que poderiam reduzir o valor da empresa.</li>
</ul>



<p>Tanto em processos de M&amp;A quanto de sucessão, <strong>o tempo é o ativo mais valioso.</strong> Quem se antecipa consegue negociar melhor, proteger seu patrimônio e garantir a perpetuidade do negócio.</p>



<p>O futuro da sua empresa não precisa ser incerto.<br>Com a Adccont, você pode transformar desafios em oportunidades, preservando o legado e garantindo crescimento sustentável.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quer avaliar se sua empresa está pronta para uma sucessão ou para atrair investidores?</h2>



<p><a href="https://wa.me/5511991031939" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Agende uma conversa com nossos especialistas</a> e receba um diagnóstico estratégico sem custo.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Aumento do IOF gera impacto residual na arrecadação: o que sua empresa precisa avaliar agora</title>
		<link>https://adccont.com.br/aumento-do-iof-gera-impacto-residual-na-arrecadacao-o-que-sua-empresa-precisa-avaliar-agora/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Adccont Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Oct 2025 23:17:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Receita Federal divulgou que a alta do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), implementada recentemente pelo governo, produziu efeitos residuais na arrecadação de julho. Embora o impacto imediato tenha sido pontual, a mudança sinaliza para empresas e investidores uma tendência clara: a volatilidade e imprevisibilidade da política tributária brasileira seguem como desafios estratégicos. O termo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Receita Federal divulgou que a alta do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), implementada recentemente pelo governo, produziu efeitos residuais na arrecadação de julho. Embora o impacto imediato tenha sido pontual, a mudança sinaliza para empresas e investidores uma tendência clara: <strong>a volatilidade e imprevisibilidade da política tributária brasileira seguem como desafios estratégicos.</strong></p>



<p>O termo se refere a receitas que ainda entram nos cofres públicos após uma mudança tributária, mesmo quando o período de incidência já passou. No caso do IOF, a elevação temporária das alíquotas em operações de crédito e câmbio trouxe um reforço ao caixa do governo, mas a Receita admite que esse efeito tende a se diluir nos próximos meses.</p>



<p>Isso mostra que, para as empresas, o impacto não se resume ao aumento momentâneo da carga, mas também ao <strong>desafio de planejar em um ambiente de instabilidade regulatória.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Impactos práticos para as empresas</h2>



<ol class="wp-block-list">
<li>Operações de crédito mais caras – linhas de financiamento, capital de giro e adiantamentos sofrem pressão direta.</li>



<li>Transações internacionais afetadas – importações, exportações e pagamentos ao exterior ficam mais onerosos.</li>



<li>Planejamento tributário fragilizado – mudanças repentinas tornam mais difícil estimar custos e margens.</li>



<li>Risco de passivos ocultos – sem atualização constante, empresas podem recolher de forma incorreta.</li>
</ol>



<h2 class="wp-block-heading">O que sua empresa deve fazer agora</h2>



<p>Mesmo que os efeitos sejam considerados “residuais”, a mensagem é clara: <strong>o ambiente tributário brasileiro exige vigilância e preparo constante.</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Reavalie contratos de crédito e financiamento com foco no custo tributário.</li>



<li>Revise simulações de câmbio e importação/exportação considerando possíveis ajustes no IOF.</li>



<li>Atualize seu planejamento financeiro com cenários alternativos para evitar surpresas de caixa.</li>



<li>Conte com um parceiro especializado para interpretar mudanças e garantir conformidade.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Como a Adccont pode apoiar</h2>



<p>Na Adccont, ajudamos empresas a navegar por esse cenário de mudanças constantes com segurança e eficiência. Nosso time:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Monitora diariamente alterações tributárias que impactam o fluxo financeiro.</li>



<li>Oferece simulações práticas para antecipar riscos em operações de crédito e câmbio.</li>



<li>Estrutura estratégias fiscais personalizadas para reduzir custos e otimizar resultados.</li>



<li>Garante compliance total, evitando autuações e passivos inesperados.</li>
</ul>



<p>O aumento do IOF em julho reforça a importância de não tratar tributos apenas como uma obrigação, mas como um <strong>pilar estratégico da gestão financeira.</strong></p>



<p>Sua empresa está preparada para lidar com as próximas mudanças?</p>



<p><a href="https://wa.me/5511991031939" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Fale com a Adccont</a> e descubra como transformar incertezas tributárias em decisões seguras.</p>
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		<item>
		<title>O que é sucessão empresarial — e como sua empresa pode se preparar com o apoio da Adccont</title>
		<link>https://adccont.com.br/o-que-e-sucessao-empresarial-e-como-sua-empresa-pode-se-preparar-com-o-apoio-da-adccont/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Adccont Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Sep 2025 18:37:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A sucessão empresarial é um tema frequentemente deixado em segundo plano, principalmente por empresários que estão imersos nas operações do dia a dia. No entanto, quando não é planejada com antecedência, a sucessão pode comprometer seriamente o futuro do negócio, gerar conflitos familiares ou societários e até colocar em risco a continuidade da empresa. Neste [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A sucessão empresarial é um tema frequentemente deixado em segundo plano, principalmente por empresários que estão imersos nas operações do dia a dia. No entanto, quando não é planejada com antecedência, a sucessão pode comprometer seriamente o futuro do negócio, gerar conflitos familiares ou societários e até colocar em risco a continuidade da empresa.</p>



<p>Neste conteúdo, explicamos o que é sucessão empresarial, por que ela é especialmente crítica para empresas industriais e de médio porte, e como a Adccont atua para ajudar empresários a se prepararem com segurança, estratégia e visão de longo prazo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é sucessão empresarial?</h2>



<p>Sucessão empresarial é o processo de transição da gestão, controle ou propriedade de uma empresa. Isso pode ocorrer por diferentes motivos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Aposentadoria de sócios ou fundadores</li>



<li>Falecimento de um dos controladores</li>



<li>Entrada de herdeiros na operação</li>



<li>Venda parcial ou total da empresa</li>



<li>Reorganização societária com novos investidores</li>
</ul>



<p>Esse processo pode ser simples ou extremamente complexo — e é justamente essa complexidade que exige preparo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O risco de não planejar</h2>



<p>No Brasil, <strong>apenas 30% das empresas familiares sobrevivem à segunda geração</strong>, segundo o IBGE. E muitas vezes não por falta de competência dos herdeiros, mas por ausência de organização contábil, fiscal e societária que dê sustentação à continuidade do negócio.</p>



<p>Problemas comuns incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Falta de acordos formais entre sócios e herdeiros</li>



<li>Confusão entre patrimônio pessoal e empresarial</li>



<li>Riscos fiscais ou trabalhistas ocultos</li>



<li>Dificuldade de precificação real da empresa para venda ou partilha</li>



<li>Desorganização contábil que afasta investidores e fundos</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Como preparar sua empresa para a sucessão</h2>



<p>A preparação para a sucessão empresarial deve ser tratada como <strong>um projeto estratégico</strong>. Abaixo, os principais pilares:</p>



<p><strong>1. Estrutura societária adequada</strong></p>



<p>Revisão dos contratos sociais, definição de acordos entre sócios, criação de holdings, estruturação patrimonial. Tudo precisa estar alinhado com os objetivos futuros — seja venda, sucessão familiar ou entrada de sócios.</p>



<p><strong>2. Governança contábil e financeira</strong></p>



<p>A sucessão exige uma contabilidade que vá além do operacional. Relatórios de qualidade, compliance fiscal, registro adequado de ativos e passivos e visibilidade total sobre a saúde financeira da empresa são fundamentais.</p>



<p><strong>3. Planejamento tributário e sucessório</strong></p>



<p>Cada formato de sucessão possui impactos tributários diferentes. A escolha errada pode gerar perda patrimonial, autuações ou pagamento de tributos evitáveis. A antecipação permite redução de riscos e otimização de carga tributária.</p>



<p><strong>4. Organização documental</strong></p>



<p>Muitas empresas têm dados dispersos, contratos antigos e falta de controle sobre ativos. Isso prejudica qualquer processo sucessório ou de venda. Organizar contratos, livros contábeis, cadastros fiscais e societários é parte essencial da preparação.</p>



<p><strong>5. Diagnóstico e plano de ação</strong></p>



<p>Sem diagnóstico, não há preparo. O primeiro passo é entender o ponto de partida: quais são os riscos? Onde estão as ineficiências? O que precisa ser ajustado? A partir disso, é possível construir um plano viável e seguro de transição.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como a Adccont atua na preparação para sucessão</h2>



<p>A <strong>Adccont</strong> é uma empresa de contabilidade e consultoria que há mais de 20 anos atua com foco em <strong>médias e grandes empresas</strong>, com forte presença nos setores <strong>industrial, varejista e de redes de alimentação.</strong> Atendemos negócios em todo o Brasil — incluindo empresas multinacionais e holdings familiares.</p>



<p>Mais do que cumprir obrigações contábeis, nosso trabalho é <strong>estratégico</strong>.</p>



<p><strong>Nossa atuação na sucessão empresarial envolve:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Diagnóstico completo da estrutura contábil, fiscal e societária</strong></li>



<li><strong>Mapeamento de riscos ocultos</strong> (tributários, societários, operacionais)</li>



<li><strong>Identificação de oportunidades de valorização</strong> da empresa</li>



<li><strong>Estudo de alternativas societárias</strong> (holding, reorganização, entrada de sócios)</li>



<li><strong>Planejamento tributário consultivo</strong> voltado à sucessão ou venda futura</li>



<li>Apoio na <strong>governança contábil e financeira</strong> para facilitar a continuidade da empresa</li>



<li><strong>Acompanhamento consultivo</strong> junto aos sócios, herdeiros ou investidores</li>
</ul>



<p>Atuamos com uma equipe multidisciplinar, ajudando o cliente a organizar a empresa para o futuro, com apoio técnico e visão estratégica.</p>



<p><strong>Por que isso importa?</strong></p>



<p>Não se trata apenas de &#8220;passar o bastão&#8221;. Se a empresa estiver desorganizada fiscalmente, mal estruturada juridicamente e sem indicadores confiáveis, <strong>ela perde valor</strong>. E quando a sucessão acontece — por vontade ou por necessidade — <strong>o risco de perda patrimonial é alto.</strong></p>



<p>Empresas bem preparadas são valorizadas, respeitadas e prontas para crescer mesmo com mudanças na liderança.</p>



<p><strong>Quer conversar com a Adccont sobre o futuro da sua empresa?</strong></p>



<p>Vamos preparar a sua empresa para que esteja pronta. Entregando além de segurança fiscal, contábil e societária.</p>
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		<item>
		<title>Isenção do IR até R$ 5 mil: entenda o impacto para empresas e contribuintes</title>
		<link>https://adccont.com.br/isencao-do-ir-ate-r-5-mil-entenda-o-impacto-para-empresas-e-contribuintes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Adccont Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Sep 2025 18:05:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Câmara dos Deputados deu sinal verde para um dos pontos mais aguardados da agenda tributária: a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF). Se aprovada em plenário, a medida garantirá isenção total para quem ganha até R$ 5 mil por mês, contra os atuais R$ 3.036, beneficiando cerca [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Câmara dos Deputados deu sinal verde para um dos pontos mais aguardados da agenda tributária: a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF). Se aprovada em plenário, a medida garantirá isenção total para quem ganha até <strong>R$ 5 mil por mês</strong>, contra os atuais R$ 3.036, beneficiando cerca de 10 milhões de trabalhadores em todo o país.</p>



<p>A proposta busca corrigir a defasagem histórica da tabela do IR, que não acompanhava a inflação e penalizava as rendas mais baixas. Na prática, trabalhadores de até R$ 5 mil deixarão de recolher IR, <strong>enquanto aqueles que recebem entre R$ 5 mil e R$ 7,3 mil terão direito a descontos parciais.</strong></p>



<p>Mas a medida tem um custo. Só em 2026, a renúncia fiscal deve atingir R$ 25,8 bilhões. Para equilibrar as contas, o texto prevê a criação de uma alíquota de até <strong>10% sobre lucros e dividendos</strong> distribuídos acima de R$ 600 mil por ano — uma forma de aumentar a tributação sobre a renda dos mais ricos.</p>



<p>Embora a mudança seja voltada ao IRPF, ela afeta diretamente a <strong>gestão de folha de pagamento e retenções na fonte</strong>. Empresas precisarão revisar cálculos de encargos e ajustar sistemas de RH e ERP para refletir a nova tabela progressiva, evitando riscos de recolhimentos incorretos.</p>



<p>Além disso, a medida se conecta com a <strong>Reforma Tributária</strong> em curso. A expectativa é que a renúncia seja compensada, em parte, por ajustes na alíquota da nova <strong>Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS)</strong>, impactando o fluxo de caixa das organizações. Na Adccont, acompanhamos de perto cada atualização da legislação tributária para garantir que empresas operem com <strong>conformidade, eficiência e previsibilidade</strong>. Nossa atuação inclui:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Atualização da folha de pagamento</strong> de acordo com a nova tabela do IR.</li>



<li><strong>Simulações financeiras</strong> para avaliar impactos no fluxo de caixa.</li>



<li><strong>Ajustes fiscais estratégicos</strong> considerando a CBS e outras medidas da Reforma Tributária.</li>



<li><strong>Apoio</strong> para alinhar compliance, estratégia tributária e gestão de pessoas.</li>
</ul>



<p>A ampliação da faixa de isenção do IR representa um alívio importante para milhões de brasileiros, mas exige atenção das empresas para não gerar passivos ocultos ou falhas operacionais. Com a Adccont, sua empresa pode transformar mudanças fiscais em <strong>oportunidades de eficiência e segurança jurídica.</strong></p>



<p><a href="https://wa.me/5511991031939">Fale com nossos especialistas</a> e prepare sua empresa desde já para as novas regras do Imposto de Renda.</p>
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		<title>Brasil e Alemanha perto do fim da bitributação: o que muda para empresas e investidores</title>
		<link>https://adccont.com.br/brasil-e-alemanha-perto-do-fim-da-bitributacao-o-que-muda-para-empresas-e-investidores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Adccont Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Sep 2025 17:47:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil e a Alemanha estão em fase final de negociações para eliminar a bitributação sobre rendimentos, lucros e dividendos, uma medida aguardada há anos por empresas e investidores que atuam entre os dois países. O novo tratado fiscal deverá alinhar o Brasil aos padrões internacionais de acordos tributários, favorecendo o comércio bilateral e ampliando [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Brasil e a Alemanha estão em fase final de negociações para eliminar a bitributação sobre rendimentos, lucros e dividendos, uma medida aguardada há anos por empresas e investidores que atuam entre os dois países. O novo tratado fiscal deverá alinhar o Brasil aos padrões internacionais de acordos tributários, favorecendo o comércio bilateral e ampliando a segurança jurídica para operações transnacionais.</p>



<p>Hoje, empresas brasileiras com operações na Alemanha (e vice-versa) podem ser tributadas duas vezes sobre o mesmo lucro — uma no país de origem e outra no país de destino — elevando o custo e reduzindo a competitividade. O novo acordo visa evitar essa sobreposição e criar mecanismos claros de compensação de tributos pagos no exterior.</p>



<p>Segundo informações divulgadas pelos governos, o texto prevê:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Definição clara de residência fiscal</strong> para evitar disputas sobre onde o imposto é devido;</li>



<li><strong>Regras específicas para lucros de controladas</strong> e para tributação de dividendos, royalties e juros;</li>



<li><strong>Cooperação e troca de informações</strong> para combater evasão e elisão fiscal;</li>



<li><strong>Limitação de retenção na fonte</strong>, reduzindo a carga sobre pagamentos internacionais.</li>
</ul>



<p>Essa atualização é estratégica para o Brasil, já que a Alemanha é um dos principais parceiros comerciais da União Europeia, com forte presença nos setores industrial, automotivo, farmacêutico e de tecnologia.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quadro de impactos práticos para empresas</h2>



<p><strong>Ação Recomendada</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Revisar contratos e estruturas societárias com controladas na Alemanha</li>



<li>Mapear operações com pagamentos de royalties, juros e dividendos</li>



<li>Avaliar impacto sobre preços de transferência</li>



<li>Atualizar projeções financeiras para 2025 e 2026</li>



<li>Reavaliar investimentos e expansão na Alemanha</li>
</ul>



<p><strong>Benefício Potencial</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Redução de custos tributários e maior previsibilidade</li>



<li>Aproveitamento de alíquotas reduzidas e créditos tributários</li>



<li>Ajustes para maior conformidade e eficiência fiscal</li>



<li>Otimização do fluxo de caixa e competitividade internacional</li>



<li>Maior atratividade do mercado e segurança jurídica</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">O que esperar a partir da assinatura</h2>



<p>Com a assinatura e ratificação do tratado, espera-se um aumento no volume de negócios, redução de litígios tributários e maior interesse de empresas em expandir operações entre os dois países.</p>



<p>No entanto, o aproveitamento total dos benefícios dependerá de um mapeamento tributário detalhado e de adequações estratégicas ainda na fase de transição.</p>



<p>Na <strong>Adccont</strong>, assessoramos empresas brasileiras e multinacionais na adaptação a tratados fiscais internacionais, maximizando oportunidades e reduzindo riscos.</p>



<p>Se sua empresa mantém ou pretende iniciar operações com a Alemanha, este é o momento ideal para rever sua estrutura tributária e se preparar para o novo cenário.</p>
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		<title>Tarifa de 50% dos EUA sobre produtos brasileiros: o que as empresas precisam entender e como agir</title>
		<link>https://adccont.com.br/tarifa-de-50-dos-eua-sobre-produtos-brasileiros-o-que-as-empresas-precisam-entender-e-como-agir/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Adccont Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Sep 2025 16:13:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A relação comercial entre Brasil e Estados Unidos vive um momento de tensão. Em 2025, o governo norte-americano estabeleceu novas tarifas sobre produtos brasileiros, que agora chegam a 50% em alguns casos. A medida impacta diretamente setores de alto valor agregado e exige atenção especial das empresas que exportam para o mercado norte-americano. Embora a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A relação comercial entre Brasil e Estados Unidos vive um momento de tensão. Em 2025, o governo norte-americano estabeleceu novas tarifas sobre produtos brasileiros, que agora chegam a <strong>50%</strong> em alguns casos. A medida impacta diretamente setores de alto valor agregado e exige atenção especial das empresas que exportam para o mercado norte-americano.</p>



<p>Embora a justificativa oficial norte-americana envolva questões políticas, de segurança nacional e de comércio internacional, para as empresas brasileiras o foco deve estar nos <strong>impactos econômicos e nas estratégias para mitigar riscos.</strong></p>



<p>O processo se deu em duas etapas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Abril/2025:</strong> tarifa inicial de 10% sobre determinados produtos brasileiros.</li>



<li><strong>Julho/2025:</strong> tarifa adicional de 40% sobre boa parte desses mesmos produtos, elevando a carga total para 50%.</li>
</ul>



<p>Apesar da amplitude da medida, cerca de <strong>60% das exportações brasileiras para os EUA</strong> já estão em uma lista de exceções que mantém a tarifa reduzida. Essa lista cobre aproximadamente <strong>700 categorias de produtos</strong>, e empresas de diversos setores têm buscado incluir seus itens nesse rol.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Negociações e possibilidades</h2>



<p>As negociações para redução ou exclusão das tarifas acontecem em duas frentes:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Governo a governo</strong>, por meio de acordos bilaterais ou consultas multilaterais.</li>



<li><strong>Empresarial</strong>, com companhias e associações setoriais atuando diretamente junto a órgãos e autoridades norte-americanas.</li>
</ul>



<p>No cenário atual, o caminho governamental enfrenta entraves políticos e geopolíticos. Já a via empresarial tem mostrado resultados, especialmente quando alinhada aos interesses estratégicos dos EUA, como segurança de fornecimento, competitividade, preservação de empregos e estabilidade de preços internos.</p>



<p>Mesmo com um cenário desafiador, há medidas práticas que podem ser adotadas por exportadores brasileiros:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Mapear se seus produtos estão sujeitos à tarifa de 50% ou já constam na lista de exceções;</strong></li>



<li><strong>Analisar oportunidades de incluir produtos na lista de exceções</strong>, apresentando argumentos econômicos e de segurança de fornecimento relevantes para o mercado norte-americano;</li>



<li><strong>Estabelecer presença local nos EUA</strong>, o que pode abrir portas para incentivos e programas federais, como os relacionados à indústria de semicondutores, tecnologia e segurança alimentar;</li>



<li><strong>Avaliar mercados alternativos</strong> para reduzir a dependência das exportações aos EUA;</li>



<li><strong>Reforçar a conformidade regulatória</strong> e a solidez da cadeia de suprimentos para aumentar a competitividade.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Papel do planejamento estratégico</h2>



<p>Para empresas exportadoras, o momento exige <strong>diagnóstico de riscos, projeções financeiras</strong> considerando a tarifa e <strong>planos de contingência</strong> para diferentes cenários comerciais. Além disso, iniciativas de <strong>advocacy empresarial e representação setorial</strong> podem ampliar as chances de negociação bem-sucedida.</p>



<p>Embora a tarifa de 50% represente um desafio considerável, existem caminhos para mitigar seus impactos. O uso estratégico das listas de exceções, a aproximação com stakeholders norte-americanos e o fortalecimento de práticas de compliance e competitividade podem garantir a continuidade das exportações e preservar o acesso ao mercado dos EUA.</p>



<p>Na <strong>Adccont</strong>, apoiamos empresas na análise de cenários internacionais, no planejamento tributário e aduaneiro e na estruturação de estratégias para atuar de forma segura e eficiente no comércio exterior.</p>



<p><strong>Quer entender como reduzir riscos e custos nas suas operações internacionais?<br></strong><a href="https://wa.me/5511991031939">Fale com nossos especialistas</a> e receba uma avaliação personalizada.</p>
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		<title>ISS: Empresa consegue afastar cobrança de multa e juros por decisão judicial — e abre precedente importante</title>
		<link>https://adccont.com.br/iss-empresa-consegue-afastar-cobranca-de-multa-e-juros-por-decisao-judicial-e-abre-precedente-importante/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Adccont Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Sep 2025 16:04:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma decisão recente do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) excluiu multa e juros em uma cobrança de ISS (Imposto Sobre Serviços) feita pela prefeitura contra uma empresa de tecnologia. O entendimento da 14ª Câmara de Direito Público foi que a exigência estava amparada por lei considerada inconstitucional, e, portanto, os encargos moratórios eram [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Uma decisão recente do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) excluiu multa e juros em uma cobrança de ISS (Imposto Sobre Serviços) feita pela prefeitura contra uma empresa de tecnologia. O entendimento da 14ª Câmara de Direito Público foi que a exigência estava amparada por lei considerada inconstitucional, e, portanto, os encargos moratórios eram indevidos.</p>



<p>Na prática, o julgamento reconheceu que, se a base legal da cobrança for inconstitucional, não há justificativa para penalizar a empresa com acréscimos de mora, como multa e juros — o que pode abrir caminho para outras empresas contestarem cobranças similares.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que a sua empresa deve observar:</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Revisar cobranças de ISS dos últimos anos, especialmente em municípios com jurisprudência ou leis questionadas judicialmente.</li>



<li>Verificar se há margem para discutir judicialmente multas e juros aplicados com base em exigências indevidas.</li>



<li>Avaliar o impacto da decisão no planejamento tributário e nas provisões contábeis da empresa.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Como a Adccont pode ajudar:</h2>



<ol class="wp-block-list">
<li>Levantamento e análise de cobranças de ISS passíveis de contestação;</li>



<li>Apoio jurídico-tributário em casos de autuação indevida;</li>



<li>Planejamento estratégico para redução de passivos e risco fiscal.</li>



<li>Empresas que se antecipam na análise das cobranças indevidas de tributos podem recuperar valores significativos e evitar prejuízos com autuações futuras.</li>
</ol>



<p><a href="https://wa.me/5511991031939">Fale com os especialistas</a> da Adccont e receba uma análise gratuita do seu cenário tributário.</p>



<p></p>
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		<item>
		<title>PGFN amplia uso de prejuízo fiscal na transação: entenda os impactos e oportunidades para sua empresa</title>
		<link>https://adccont.com.br/pgfn-amplia-uso-de-prejuizo-fiscal-na-transacao-entenda-os-impactos-e-oportunidades-para-sua-empresa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Adccont Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Aug 2025 17:09:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) anunciou uma medida que pode transformar a estratégia de regularização fiscal de muitas empresas no país: a ampliação do uso de prejuízos fiscais e bases negativas de CSLL na quitação de débitos tributários inscritos em dívida ativa. A novidade foi oficializada pela Portaria PGFN nº 6363/2024, publicada em abril, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) anunciou uma medida que pode transformar a estratégia de regularização fiscal de muitas empresas no país: a ampliação do uso de prejuízos fiscais e bases negativas de CSLL na quitação de débitos tributários inscritos em dívida ativa. A novidade foi oficializada pela Portaria PGFN nº 6363/2024, publicada em abril, e representa uma resposta concreta à Lei nº 14.789/2023, que já havia aberto espaço para um uso mais amplo desses créditos.</p>



<p>Mas, na prática, o que isso significa para sua empresa? E como aproveitar essa oportunidade sem correr riscos?</p>



<p>Até então, o uso de prejuízo fiscal e base negativa da CSLL era permitido apenas em transações de débitos irrecuperáveis ou de difícil recuperação. Agora, a nova regra da PGFN permite o uso desses créditos também para débitos classificados como de média recuperação, ampliando consideravelmente o universo de empresas que podem aderir ao benefício.</p>



<p>Além disso, a nova portaria autoriza que esses créditos sejam utilizados mesmo em propostas individuais de transação tributária, o que antes era restrito apenas aos programas por adesão.</p>



<p>Empresas com saldo acumulado de prejuízo fiscal e base negativa da CSLL — comum entre negócios que enfrentaram crises, restruturações ou grandes investimentos — poderão converter parte desse passivo contábil em vantagem estratégica, reduzindo significativamente o valor a pagar na regularização de tributos em atraso.</p>



<p>É uma oportunidade para:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Reduzir a dívida tributária com menor impacto no fluxo de caixa;</li>



<li>Aproveitar ativos fiscais que, muitas vezes, ficavam “engavetados”;</li>



<li>Negociar com mais flexibilidade e personalização com a PGFN, considerando a realidade de cada empresa.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Quais são os critérios?</h2>



<p>Segundo a PGFN, para que a utilização dos créditos seja aceita:</p>



<p>Os prejuízos fiscais e bases negativas devem estar regularmente declarados e comprovados;<br>Será exigido o cumprimento de regras de compensação específicas;<br>A empresa precisa apresentar proposta individual de transação, ou aderir a editais que prevejam a nova regra.<br>A utilização pode abranger até 70% do valor total da dívida, dependendo do perfil da empresa e do tipo de débito. Na Adccont, trabalhamos de forma estratégica com nossos clientes para transformar obrigações fiscais em oportunidades de ganho financeiro e regularização inteligente.</p>



<p>Podemos apoiar sua empresa com:</p>



<p>Diagnóstico fiscal completo para identificar créditos de prejuízo fiscal e CSLL passíveis de utilização;<br>Planejamento estratégico para aproveitar a nova transação com segurança jurídica;<br>Apoio técnico na elaboração da proposta individual de transação junto à PGFN;<br>Revisão contábil e fiscal para garantir que os saldos estejam aptos ao aproveitamento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A hora de agir é agora</h2>



<p>O cenário tributário está mudando — e as empresas que se anteciparem, organizarem seus créditos e negociarem de forma inteligente com a PGFN poderão sair à frente. A equipe da Adccont está pronta para apoiar a sua empresa nessa jornada de regularização com inteligência e segurança.</p>



<p><a href="https://wa.me/5511991031939">Entre em contato com nossos especialistas</a> e receba um diagnóstico gratuito sobre como usar os seus créditos fiscais nas transações tributárias.</p>
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		<title>Como a BRF garantiu segurança tributária nos lucros da controlada no exterior (TRF‑4) — e o que sua empresa deve saber</title>
		<link>https://adccont.com.br/como-a-brf-garantiu-seguranca-tributaria-nos-lucros-da-controlada-no-exterior-trf-4-e-o-que-sua-empresa-deve-saber/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Adccont Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Aug 2025 16:57:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A BRF, dona das marcas Sadia e Perdigão, conquistou uma decisão histórica no TRF‑4: não será tributada no Brasil sobre os lucros gerados por sua controlada na Áustria enquanto esses lucros estiverem retidos no exterior. A decisão foi unânime e reforça a validade dos tratados internacionais de bitributação aplicados no País. A controvérsia gira em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A BRF, dona das marcas Sadia e Perdigão, conquistou uma decisão histórica no TRF‑4: não será tributada no Brasil sobre os lucros gerados por sua controlada na Áustria enquanto esses lucros estiverem retidos no exterior. A decisão foi unânime e reforça a validade dos tratados internacionais de bitributação aplicados no País. A controvérsia gira em torno do artigo 74 da Medida Provisória nº 2.158‑35/2001 — que previa a tributação automática de lucros de controladas no exterior, mesmo quando esses lucros não eram distribuídos. O TRF‑4 entendeu que essa prática viola tratados internacionais contra bitributação firmados entre Brasil e Áustria e afronta o princípio da capacidade contributiva, protegendo empresas que atuam globalmente.</p>



<p>Empresas brasileiras com operações no exterior — especialmente sob o regime de Lucro Real — devem estar atentas ao precedente. A decisão reforça que tratados internacionais prevalecem sobre normas internas, desde que observados os critérios e prazos aplicáveis. Além da BRF, outras grandes empresas como Vale, Petrobras, JBS, Ambev e CSN também têm processos pendentes com risco potencial de bitributação bilateral — impactando dívidas que podem alcançar até R$ 142 bilhões caso o STF mantenha a tributação universal automática.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que sua empresa deve observar agora?</h2>



<ol class="wp-block-list">
<li>Analisar se há operações com controladas ou coligadas no exterior, especialmente em países com tratado bilateral com o Brasil.</li>



<li>Verificar se os lucros estrangeiros estão acumulados ou distribuídos — pois a tributação só ocorre após a efetiva disponibilização dos lucros no país.</li>



<li>Checar se a empresa já utilizou esta tese em autuações fiscais ou decisões administrativas recentes.</li>



<li>Mapear possíveis créditos tributários ou contingências embutidas nos resultados consolidados, com impacto direto no planejamento fiscal.</li>
</ol>



<p>A Adccont oferece serviços de apoio tributário especializado para empresas com estruturas internacionais, especialmente para aquelas que:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Operam sob o regime de Lucro Real e possuem controladas no exterior.</li>



<li>Precisam entender os reflexos dos tratados internacionais na apuração do IRPJ/CSLL.</li>



<li>Desejam revisar contingências fiscais ou readequar provisões contábeis.</li>
</ul>



<p>Podemos apoiar com:</p>



<p><strong>Ações da Adccont</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Análise da aplicação de tratados internacionais</li>



<li>Simulações tributárias com base na decisão do TRF-4</li>



<li>Revisão e ajuste de provisões contábeis</li>



<li>Preparação de defesas fiscais em casos semelhantes</li>
</ul>



<p><strong>Benefícios para sua empresa</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Blindagem contra bitributação excessiva</li>



<li>Visibilidade do impacto nos resultados</li>



<li>Maior segurança e aderência à norma</li>



<li>Proteção em eventuais disputas tributárias</li>
</ul>



<p>A vitória da BRF no TRF‑4 representa uma evolução significativa na jurisprudência tributária nacional e abre caminho para que outras empresas se protejam da tributação automática dos lucros externos. Se sua empresa tem operações internacionais, o momento exige revisão estratégica imediata, antes que futuras autuações ou decisões desfavoráveis impactem seu patrimônio ou resultado consolidado.</p>



<p><a href="https://wa.me/5511991031939">Fale com um especialista da Adccont</a> e receba uma avaliação gratuita sobre como posicionar sua empresa com segurança jurídica e eficiência tributária no cenário global.</p>
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